5 de jun. de 2010

A vida ensina




Estou aprendendo a não cobrar tanto das pessoas.


A não ver nelas o abismo escuro,
e sim a lua que surpreende a noite.



A não ver nelas a boca que devora,
mas os dentes que esperam o momento do sorriso.

Garras afiadas também fazem cafuné.
E há em todo sangue
tanta vida,
tanta vida...



Estou aprendendo a desconfiar de minhas verdades.
E sei que esta é a melhor maneira de acreditar nelas!


PS: hoje a noite vai fazer muito frio!


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