6 de abr. de 2012

Quem acredita em milagres?



Uma mulher encontrou uma carteira no centro da cidade jogada numa calçada, dentro vários documentos e um endereço, a mulher resolveu devolver o objeto e foi direto a casa da  irmã dessa minha amiga, que imediatamente reconheceu meu nome.

Quinta feira, dia 5 de abril pela manhã, primeiro dia de feriado estava eu na feira comprando algumas frutinhas para a semana e pra viagem de sábado. Compenetrada nas compras e distraída com as frutas, perguntando preços e escolhendo as melhores, não me preocupei com quem estava perto; foi nesse instante que se aproximou de mim uma mulher, e se aproveitando do meu momento de distração abriu minha bolsa e roubou minha carteira. Um senhor que de longe percebeu a mulher tirar algo de dentro da bolsa e sair rápido ainda me avisou, tentei correr mais não consegui mais alcança-la. O que tinha a fazer era tentar lembrar do que havia dentro e contabilizar o prejuízo, nem tanto financeiro por que o dinheiro estava na minha mão pra pagar o feirante, mais o prejuízo de tempo, por ter todo aquele trabalho de fazer boletim de ocorrência e tirar segundas via de todos os documentos e cartões.

Sem contar que minha carteira era uma  louis vuitton. linda!

Como eu disse isso aconteceu na quinta, pela manhã...

Dia inteiro chateada, por alguns instantes desejando que a ladra sentisse uma dor de barriga do cão!, por que desejar a morte de alguém não é comigo,  mesmo assim eu queria que houvesse algum tipo de punição pra ela.

Hoje eu recebi uma ligação da irmã de uma amiga...

Nesse exato momento eu estou olhando pra minha Louis Vuitton, que voltou para minhas mãos com todos os meus pertences dentro, todos. vinte e quatro horas depois do roubo.

Não tenho muita certeza disso mais acho que milagres acontecem em todas as religiões, em todos os lugares e nas pequenas coisas.

PS: agradeço a todos os santos, deuses e humanos envolvidos nesse pequeno milagre. Agradeço a moça do carro preto que encontrou e devolveu a minha carteira, mesmo sem saber seu nome, nem onde está, nem quem é, sinta-se abraçada.

28 de mar. de 2012

Trecho





Desta vez, estava tudo certo, ia funcionar e ninguém teria que“Muito além, dos confins inexplorados da região mais brega da borda ocidental desta galáxia, há um pequeno Sol amarelo e esquecido. Girando em torno deste Sol, a uma distância de cerca de 148 milhões de km há um planetinha verde azulado, absolutamente insignificante, cujas formas de vida, descendentes de primatas, são tão extraordinareamente primitivas que ainda acham que relógios digitais são uma grande ideia!

Este planeta tem, ou melhor, tinha, o seguinte problema: A maioria de seus habitantes estava quase sempre infeliz.

Foram sugeridas muitas soluções para esse problema, mas a maior parte delas dizia respeito basicamente a movimentação de pequenos pedaços de papel colorido com números impressos, o que é curioso, já que no geral, não eram os tais pedaços de papel colorido que se sentiam infelizes, e assim, o problema continuava sem solução.

Muitas pessoas eram más e a maioria delas era muito infeliz, mesmo as que tinham relógios digitais.
Um número cada vez maior de pessoas acreditava que havia sido um erro terrível da espécie descer das árvores, algumas diziam que até mesmo subir nas árvores tinha sido uma péssima ideia. e que ninguém jamais deveria ter saído do mar. E, então, numa quinta-feira, quase dois mil anos depois que um homem foi pregado num pedaço de madeira por ter dito que seria ótimo se as pessoas fossem legais umas com as outras, pra variar, uma garota, sozinha, numa pequena lanchonete, de repente, o que tinha dado errado todo esse tempo e finalmente descobriu: Como o mundo poderia se tornar um lugar bom e feliz.
 ser pregado em coisa nenhuma.
Infelizmente, porém, antes que ela pudesse telefonar para alguém e contar sua descoberta, aconteceu uma catástrofe terrível e idiota, e a ideia perdeu-se para todo o sempre!”

O guia do mochileiro das galáxias

3 de mar. de 2012

O que tem pra hoje...


Na inteireza e verdade de me encontrar
estou me perdendo
o cansaço me consome
a mentira me assume
a canalhice me aparece
se enfeita
me afeta 

a mansidão se instala no peso
no peito
o corpo responde ao estereótipo 
não responde ao pensamento 
que já não responde ao sentimento
que não 
que não
nem que não
o não já não tem mais o peso do não
e o sim, perdeu a graça de aproveitar o vacilo do não

nada em mim
está em mim
nada 
essa que estou não sou eu 
essa que sou, não é mais neste instante em mim 

não me sinto confortável nesta paragem
por favor, me devolvam a mim mesma!

nada está em mim
devolva meu pensamento
minha escrita
minha literatura
minha opinião
meu consolo
meu choro
meu riso
meu ódio
devolva ao meu corpo
o MEU corpo
devolva à minha vontade
a minha gana 

devolva !
isso só tem vida em mim
se é que existe isso em mim. 

porque estou travestida de felicidade
que não é a minha
é a clandestina 

mas sem o sabor vivo do proibido
é clandestino no pior sentido
daquele que foge
que entra sorrateiro
que invade
e estupra a alma

devolva um pedaço da minha mansidão
da minha hora farta de falta de não fazer nada
(aquela do café) 

além de me inteirar com o que tenho feito
devolva as rédeas destas minhas horas que ainda não gastei 

que estão vindo de encontro a mim 
tão velozes
tão atrozes
algozes desta reconciliação comigo mesma 

devolva o som do meu peito neste grito calado
que mora em mim estes dias
junto a uma alegria cega

eu tenho mais em mim a dar
mais que uma simples execução de afazeres
eu tenho mais em mim a dar
mais que uma simples ordem de pagamento
eu tenho mais em mim a dar
mais que um telefonema de contrato
eu tenho mais em mim a dar
muito de colocar o pé no mundo
e dar
a mim uma alegria de perna ao ar

me agarrar na poeira do pensamento 
percorrer léguas numa rede pendurada à sombra fresca
provar a agitação do silêncio
a maciez desta pele
no calor de um abraço
de um braço dado, colado
apertando o outro
sentindo estar vivo
impulsionando o sangue destas veias que falam
percorrem o corpo desta mulher
desta amiga
desta filha
desta amante
desta cível
desta hipócrita
desta cínica
sonsa
sonhadora
mentirosa
artista
criadora
infame
desta que mora em mim e tem 
as qualidades e defeitos iguaizinhos 
a de um mero e grande mortal 

ela que não morre em mim
é imortalizada em sua inteireza 
se esconde por trás deste cadafalso
prestes à executá-la nesta praça de suas entranhas

tenho mais a dar
que este pensamento
não menos que um bom olhar de um por-de-sol
dar uma boa risada 
de ter o prazer de desfrutar dos ambientes
de conseguir lembrar ao menos uma cor 
do último lugar de pouso entre as minhas asas de borboletas
de lembrar de um sorriso ao final do dia
até mesmo lembrar da última reunião tida entre os meus olhos 

tenho eu uma imensidão de sede 
de ficar parada em mim um instante
para ficar viva em mim 

e passear por um segundo no meu corpo
no meu juízo
no meu sentimento
afagar os meus cabelos
os meus próprios dos outros

garimpar 
separar
ajuntar
passar
de bem 
de boa!

isso não lhe é de direito
é de natural
querer-se bem!

26 de fev. de 2012

Pobreza tem Cor

Algumas perguntinhas para você, de classe média, que diz que racismo não existe no Brasil: 
- Na escola de seu filho, quantos negros estudam?
- E na faculdade onde você se formou, quantos havia de cor preta?
- Nos bancos onde você guarda ou já guardou seu dinheiro, quantos gerentes dessa etnia?
- E nos restaurantes que você frequenta, eles sentam à mesa, junto com os clientes? Ou estão na cozinha, a preparar o peixe e lavar a louça onde você comeu?
- Nas historinhas que você lê para seus filhos, de que cor são as princesas e príncipes?
- E nas novelas que você assiste, quantas vezes eles são mocinhos ou heróis? E quantas vezes eles estão nas cozinhas, servindo alegremente a sopa do patrão?

Agora, pergunto: 
- Entre os que morrem assassinados, pela guerra do tráfico ou pela "limpeza" nas favelas, quantos são negros?
- E qual a cor da maioria das empregadas domésticas? Ou dos meninos que tentam lavar, quando você não os espanta, o pára-brisa de seu carro? 
- De que cor é a pobreza no Brasil?

Eu vos digo que a pobreza tem cor. Eu vos digo que os negros libertos foram condenados à ela. E que não basta força de vontade para escapar a isso. Por mais que diga o contrário a revista que você lê. É preciso consciência de guerreiro. É preciso guerrear, todos os dias! E as armas são a palavra, a arte, a educação de nossas crianças.

12 de jan. de 2012

Bem vindos e muito desejados



Onde há água boa
Há fertilidade.
Fertilidade das idéias
Das flores
Das frutas
Da limpeza.
Lavemos as calçadas
Lavemos a boca maledicente
As ruas das fofoqueiras
O peito dos negativistas
O preço da vaidade
A bondade dos martelos
A sociedade da "playboysia"
O sonho dos que só dormem
A luta dos que não acreditam
A ciências da falta de vergonha
A beleza da traição
Os abraços dos interesses
- da má intenção -
Os corações que não se demoram
A sujeira da nossa humana-idade
Lavemos todas as calçadas
Todos os corações sabotados...
Oremos
Olhemos
Todos os carinhos são bem vindos
Todos os carinhos (de bem, sem má interesse) são férteis...

28 de dez. de 2011

A manhã seguinte

Uma das melhores coisas que inventaram foi essa coisa de contar dias e dividi-los em anos. A manhã seguinte ao último dia de um ano qualquer não tem nada de diferente da anterior, é apenas mais uma manhã , que será seguida de outra e mais outra. Mais para a maioria de nos é um novo início (e ate pode ser mesmo), é como se tivéssemos uma nova chance de fazer dar certo. É como uma grande segunda-feira boa, por que não conheço ninguém que goste das segundas, apesar  de sempre recorrer a ela nas desculpas pra adiar tudo, quem nunca disse: Deixa, eu começo na segunda.

Verdade que não deveríamos esperar nenhuma data especial pra recomeçar, pra repensar e mudar qualquer coisa que seja em nossas vidas, quem pode saber se estará vivo no dia seguinte ou se aquela pessoa que você ama estará do seu lado? esperamos sempre a segunda-feira ou o 1° de Janeiro pra quase tudo de novo.

Ano novo é uma delícia por isso, é uma página em branco.

Fico pensando se nossos ancestrais que de bobos não tinham nada, não pensaram exatamente nisso quando criaram a contagem de tempo. De repente eles perceberam que o ser humano  necessita quase sempre de estímulos para tudo na vida, e ficaria mais fácil se em um determinado dia todos concordassem que é um novo ano e assim as coisas que fizeram, que deixaram de fazer, e os erros principalmente ficassem no ano passado, fechados, limitados ao 31 de dezembro.


Não costumo fazer lista de coisas pra realizar no novo ano, por que meus desejos mudam com as fases da lua, e mesmo que não fosse assim, o dia a dia costuma tirar boa parte da vontade,e o entusiasmo acaba se transformando em frustração. O que eu faço mesmo é escolher um único objetivo, algo possível, real. Traço o caminho, o mais viável e sigo, tenho um ano inteirinho pra conseguir, e, geralmente ao fim de dezembro,eu tenho conseguido. Desa forma a cada ano, eu realizo ao menos uma coisa importante. Claro que estou falando de coisas materiais ou viagens.


Amor, paz, saúde, dinheiro, sabedoria, e todas essas coisas eu desejo também, mais é pra toda uma vida, é aos poucos e a cada dia, é diferente.


Enfim...


Seja como for, mesmo sabendo que é só mais uma manhã, não perca a chance de fazer dela o ínicio da melhor fase da sua vida.


PS: vamos esperar juntos o 21-12-2012 ?

7 de dez. de 2011

Pequeno relato de uma história quase esquecida

Ela se atola em exigências. Diante do espelho reflete sobre o muito que deixou de ser. De tanto deixar, já não sabe quem direito é. Sabe, é certo, por exclusão: não sou assim, não sou assado, não gosto disso e não gosto daquilo. Autoconhecimento por exclusão é tudo o que tem? Conhecer-se nas negativas?
Suas interrogações viajam a velocidade da luz. Não consegue sossegar direito o espírito diante de tantas questões. Parece que o mundo resolveu parar na sua cabeça por imensas horas. É quando lembra da infância e de um dos seus dezembros:

Estava sentada na calçada de casa com o braço engessado. Ele havia quebrado, após um voo do muro ao chão, onde parou com um gosto de sangue na boca. Sentiu a dor no braço, como se carregasse 200 quilos.

Chorou até a mãe lhe escutar e levá-la ao hospital. O resultado foi gesso e atenção de toda a meninada, o que achava ótimo, afinal, os pudores da sua mãe lhe tiravam a liberdade de brincar na rua, sempre lhe restando a janela para espiar as brincadeiras e trelas de todas as crianças.

Sim, este foi um dezembro inesquecível. Nunca pensou que uma fratura lhe rendesse tanto prazer. Inventou histórias ótimas sobre seu braço. A cada criança que perguntava, aumentava um pouquinho o enredo, mudava o roteiro, acrescentava e tirava personagens com uma habilidade de fazer inveja ao mais renomado escritor. Os olhares dos seus iguais cresciam de tamanho e ganhavam um brilho de suspense e curiosidade, fornecendo mais estímulo à autora. Em uma das suas contações, fez do parapeito um verdadeiro palco, dando asas à imaginação. No entanto, a  mãe chegou de mansinho e desfez a história da menina em uma tacada só. Desmentiu tudo o que a filha havia criado, informando ao pequeno público toda a verdade. Não admitia mentiras nem por brincadeira. A menina chorou como se lhe houvesse quebrado o corpo inteiro.

Três dias de muitas lágrimas e sua mãe sem entender o que chamou de exagero.

Hoje ela vive de escutar histórias, sondar-lhes o íntimo e conhecer-lhes a motivação. Tem encontrado muitos escritores pelo caminho. Escritores como ela, que não escreve uma linha sequer, porém sabe de todas as letras. O problema é que, de vez em quando, não se reconhece mais nas histórias que vive e estaciona no espelho para se refletir. Escapole para uma região insondável, cheia de signos desconhecidos, pontuações confusas que lhe privam o raciocínio, mais que isso, lhe distorcem muito a visão e fica com esse sentimento de estranheza a querer desenhar a própria pessoa com pincéis alheios.

Negativas então é tudo o que lhe resta, porque logicamente não consegue se encaixar. Negativas que desenham uma silhueta ainda incompleta. No entanto, pondera: não seríamos todos assim? Silhuetas incompletas, desenhos ainda em construção? Foi aí que lembrou de uma parte daquele dezembro, uma parte que havia, de fato, esquecido. Lembrou que após os três dias de choro, bateu a sua porta Fernandinho, o menino mais inteligente da rua. Ele entrou devagar no seu quarto e falou:

_ Clararice, eu vim para saber o que você vai fazer depois que o braço colar? Será que dá pra gente experimentar pular também do muro de Dona Mariquinha? Beto diz que não tem coragem, mas eu sei que você nos ensina a tentar.
Antes que ela pudesse responder, ele continuou:

_ Outra coisa, a gente queria saber também se você não vai nunca mais nos contar histórias como aquela

15 de nov. de 2011

Fio de Vida

Habitava a casa desde sempre. Esquecida em uma encruzilhada da parede. No alto, onde as vassouras não alcançam. De lá tecia seu manto. E espiava.

De cima de seus fios, via o que havia quando as cortinas se fechavam. A confusão de pernas e corpos. Os sussurros e gemidos. As mãos que se achavam e se perdiam. A fusão. O enlace. O amor...

De cima de seus fios, via crescer o ventre da dona. Ouvia os choros do novo habitante. E de outro. E mais outro... Via a dona tentar domar a vida: limpar, arrumar, passar, costurar, cozinhar, amamentar, ensinar, alimentar. Via a dona esquecer-se da vida e a vida esquecer-se da dona.

De cima de seus fios, via o que havia quando as cortinas se fechavam. Os gritos, o choro, o quarto arrumado. O homem que saía, batendo portas. A dona sozinha. A cama vazia...

De cima de seus fios, via crescer cada habitante. E ir embora. A casa vazia. A dona sozinha...

Então, já não havia vassouras a chacoalharem o chão. E ela deixou seu manto estender-se até o baixo. E ela deixou seu manto percorrer o assoalho. 

E um dia, encontraram a dona sorrindo: seu corpo gelado coberto por uma imensa teia de aranha...

3 de nov. de 2011

Para o Namorado


Eu vou inventar uma nova língua pra me comunicar contigo


Uma que seja só nossa
Uma que não profere dizeres, mas diga muito
Uma que seja duas
Uma minha e uma tua
Pra que a gente
Se toque
Se escute
Se cheire
Se veja
E encontre
Além da silhueta
Além do contorno
O que o coração sendo precoce
Sentiu!
Sem que haja a necessidade de ser dita uma palavra.

Vou chamar essa nova língua de Amor.

10 de set. de 2011

VEJA, a irresponsabilidade






Sem a menor responsabilidade, a Veja deu capa pra um remédio pra diabetes, recomendando que ele seja usado para emagrecer. Não precisa ser médico pra saber que é perigoso usar uma medicação feita pra uma coisa pra combater outra coisa, ainda mais sem testes. A Anvisa correu pra alertar às consumidoras (porque, óbvio, a esmagadora maioria de usuári@s de emagrecedores é mulher, já que ser jovem, linda e magra continua sendo nossa única missão na vida) dos efeitos colaterais.

A abordagem da revista é machista, irresponsável e apelativa. Todo milagre esta associado a coisa boa, ninguém considera um milagre a morte, mais chamam a vida de milagre, viver é bom. Ser magro é um milagre, é bom, é o certo. Ser gordo é ruim e deve ser combatido.
Na foto ainda vemos uma mulher, por que claro quando se fala de padrão de beleza é sobre mulher, a preocupação feminina é ou deve ser somente essa.

Ainda é difícil pra certas pessoas e veículos midiáticos acreditarem na diversidade, e na inteligencia feminina (sério caras, não é mito, somos inteligentes). Todo mundo tem amigas ou amigos gordos, e é só olhar pras pessoas nas ruas pra perceber que elas vem em todas as formas, tamanhos e cores. Que é raríssimo ver alguém minimamente parecida com a Gisele. E que todas essas pessoas, com todas suas imperfeições, não estão sozinhas. Os casais são bem variados.  Na vida real (aquela amiguinho que você vive fora da telinha do pc e da tv), poucos são Giseles ou Bred Pitts, e mesmo assim - pasmem-  tem ou podem ter uma vida feliz e completa.


PS: Alguém ainda se surpreende com alguma matéria dessa revista? ainda tem gente que acredita nela? pior  é que sim.