29 de dez. de 2010

Reescrevendo



"Vento, ventania
Me leve prá onde
Nasce a chuva
Prá lá de onde
O vento faz a curva..." 



Como seria bom se eu pudesse voar, de todos os poderes dos super-heróis esse é o que sempre desejei. Ouvindo sem parar essa musica do Biquini e pensando no que me diz mainha desde que eu era criança...

Desde pequena "a mãe da Anne" disse que 
ela tinha os olhos e o coração tão grandes mas tão grandes que o mundo inteiro lhes cabia  numa só piscadela  numa só batida, mas que de tão bom que era isso tudo, tinha também a batida ruim de ver tudo de sentir tudo intensamente, vislumbradamente até o que não se sabe ver, do que não se devia sentir  e que difícil mesmo ia ser controlar o visto, o sentido.

Eis aqui ela, sem controlar muito bem o que se vê o que se sente. Com um coração apertado, montado para presente em tempo de festa sem fazer a festa das verdadeiras comemorações. Os olhos  embrulhados em poesia cega e tolhendo uma liberdade que acenou em aparecer ainda ontem!

ainda bem que logo mais tem noite, pra chegar o dia de amanhã sem lava  sem aperto,  porque a "a mãe da Anne" esqueceu de pontuar  que além dos olhos e do coração tem ela grande vontade de ser...
...de ser novas ideias no amanhã
novas músicas...
O mais próximo possível de liberdade.


PS: 
Ouvindo sem parar essa musica do Biquíni e pensando no que me diz mainha ...

0 cabeças pensantes:

Postar um comentário

O que você acha?