14 de out. de 2010




PAZ!


Passeando pelas ruas da cidade, por alguns instantes eu me senti inteira, aqui que nem é minha cidade natal.  Cidade natal quem nem me lembro mais, nem dói, nem nada. Mais essa...ensinou-me os vícios da vida,  a condição de trabalhar pouco ( ou muito) e beber muito ( ou pouco). A condição de estudar, ler e pesquisar. A condição de ser inteira, densa, profunda, artista. 









O calor insuportável, o mau-humor de meus pais, os amigos que já sinto falta, tudo isso um dia ficará para  trás, eu sei bem disso. Voltar é retroceder. Porém também sei que não existe volta e sim um fluir, um ir e vir. Voltar é impossível.


O
 universo é tão vasto, tão bonito, e a gente tem que ficar. A falta de liberdade vai matando aos poucos um coração que tanto a quer.







PS: Você vai dizer: eles te amaram ou o que? Eu vou dizer que eles amam o que eu faço o único que realmente me ama é você


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