22 de abr. de 2009

Pliê... relevê...

Quando você olha assim; penso rápido, tenho agonias de sentimentos e razões para não deixar-te ir à diante. Sufoco- me, quando noto que eis tão pequena, linda, beija-flor lilás, exemplo do meu derrame libido, seio que me leva, me trás, me mata para o linear. Meus lábios em te, minha língua por ai, descobrindo caminhos mágicos, sonhos encantados e interpretados por sussurros trêmulos. Pliê... revelê... você em mim... eu em você...Pliê... revelê... você em mim... eu em você...Pliê... revelê... você em mim... eu em você... O cheiro esta quase sendo visto, relembro antes do adormecer, sempre no compasso do suspiro, na batida de sua chegada, no susto de te ver só de vez enquanto. Nosso encaixe, não há penetração, mas faz-me arrepios, flutuar dançar e gozar pelo teu gozo...
Dias sem saber o que fazer, uma vontade de ir ate você e quando chegar lá ficar parada com medo de te tocar, não sei o que fazer com minhas mãos, parecem estarem presas, não sei conduzi-las, ensine-me, quero saber.
Teus lábios roçam nos meus, sua língua em meu mamilo- me da vontade de gritar, tuas mãos em meu corpo - me faz entrar em choque, e movimentar-me não consigo. Esqueço o tempo, não vejo ele passar e quando tuas pernas tremem... queria ficar contigo, no escuro do teu quarto, acordar em teus braços seria bom. Meu doce, sua boca descendo em meu corpo... meus pêlos arrepiam-se, talvez não sinta, mas eu sinto. Fico febril por dentro teu corpo sobre o meu, rosas entrelaçadas, tua boca em meus dedos deglute-me e depois adapta-me a tua cama, rapta-me...

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